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Turbo News 82 - 07/01

Querido leitor, hoje é o seu dia e também a nossa primeira edição de 2026. Nada mais justo do que começar o ano agradecendo você que tá aqui, toda semana, abrindo a nossa news. É pra você que a gente corre atrás das melhores estratégias, mapeia o que tá mudando no mercado. Se 2025 foi bom, 2026 promete ser ainda melhor. Bora junto? 🚀
O QUE VOCÊ VERÁ HOJE
🔥 Como planejar 2026 sem armadilhas: Victor Peixoto mostra os 6 pontos que a maioria ignora na hora de criar meta de vendas
🧠 Cimed entra no jogo dos suplementos: Farmacêutica lança marca Urso e disputa território mental em mercado onde saúde virou lifestyle
🎬 Disney entendeu creator economy: Marca abre personagens pra IA generativa e mostra que relevância se constrói com circulação, não controle
🏁 Fórmula 1 volta à Globo em 2026: Retorno pode gerar R$ 625 milhões com cinco patrocinadores já confirmados no grid
👀 Continental apaga telão na Times Square: Marca transforma cinco minutos de silêncio em mensagem sobre equilíbrio entre vida digital e real
🎾 Heineken 0.0 lança raquete com abridor: Parceria com LÕK cria produto híbrido que conecta esporte ao happy hour pós-jogo
🍔 Frango mais barato que ovo? Burger King usa humor e inflação pra divulgar oferta agressiva na King Ofertas

QUENTÍSSIMO
🔥 Como planejar 2026 sem cair nas mesmas armadilhas de sempre
Victor Peixoto, CEO da Turbo, abriu o quadro branco e mostrou como planejar 2026 sem cair nas mesmas armadilhas de sempre. Não é sobre motivação ou sonhar grande.
É sobre ter clareza do funil, calcular lead time e saber exatamente de onde virá cada real da sua meta.
👉 A sacada é simples: em 2025, a Turbo planejou vender X e fechou praticamente 2X. Como? Mapeando seis pontos que a maioria das empresas ignora na hora de planejar.
No vídeo, o Victor mostrou o que realmente importa:
Defina a meta principal
Olhe pra base primeiro
Identifique a origem da receita nova
Ajuste o tempo de fechamento
Enquanto muitos seguem planejando no improviso, quem mapeia o funil com clareza constrói crescimento previsível e sustentável.
E aqui vai o ponto: 2026 vem com Copa do Mundo, eleições e calendário comercial apertado. Se você não planejar certo, vai perder tempo e dinheiro no meio do caminho.

NEGÓCIOS
Patrocinado
🧠 Cimed entra no jogo dos suplementos
A Cimed anunciou sua entrada no mercado de suplementos alimentares com o lançamento da marca Urso, ampliando sua atuação pra além dos medicamentos 💊
A novidade foi apresentada por João Adibe que compartilhou as primeiras imagens da linha em suas redes sociais 💪
📊 Por que esse movimento importa
A entrada da Cimed no mundo dos suplementos acompanha uma tendência clara entre grandes grupos farmacêuticos:
Avançar pra categorias próximas à saúde e capturar valor atuando também na prevenção e no estilo de vida.
O mercado de suplementos cresce impulsionado por três linhas principais:
Busca por performance física
Envelhecimento mais ativo
Bem-estar como hábito
Ao lançar a Urso, a companhia sinaliza que pretende competir não apenas em formulação, mas também em branding, narrativa e conexão direta com o consumidor final.
🌱 Suplementos como porta de entrada pra o bem-estar
Mais do que um lançamento isolado, a Urso reforça o movimento da Cimed em direção a um ecossistema ampliado de bem-estar.
Não é só sobre vender suplemento. É sobre disputar território mental em um mercado onde saúde virou lifestyle e branding pesa tanto quanto fórmula 🚀
NEGÓCIOS
🎬 Disney entendeu a creator economy antes de quase todo mundo

Quando a Disney passou a permitir a integração de seus personagens a ferramentas de inteligência artificial generativa, como a Sora, o movimento foi interpretado como mais uma tentativa de surfar a onda da IA 🤖
Mas a decisão revela algo bem mais profundo.
Na prática, a Disney mostra que compreende, há anos, a lógica da creator economy: marcas relevantes hoje não vivem apenas de controle rígido, mas de circulação cultural, participação e reinterpretação constante.
Ao abrir seus universos narrativos pra novos formatos e tecnologias, a empresa amplia a vida útil de suas histórias e mantém seus personagens presentes no cotidiano digital 🎬
💡 O que tá por trás da estratégia
A marca se insere em fluxos de conteúdo gerados por creators, não apenas em campanhas oficiais 📲
IA vira ferramenta de expansão narrativa, não ameaça à propriedade intelectual 🧠
Relevância passa a ser construída em escala cultural, não só institucional 📈
Esse posicionamento conecta a Disney a uma geração que não quer apenas assistir, mas criar, remixar e participar ativamente das narrativas que consome.
Marcas que sobrevivem não são as mais fechadas são as que sabem circular 🚀
NEGÓCIOS
🏁 Fórmula 1 volta à Globo em 2026 e acelera o mercado publicitário

A Fórmula 1 tá oficialmente de volta à Globo a partir de 2026 e o retorno vai muito além da pista 🏎️
A emissora já confirmou cinco patrocinadores pra a nova fase: Chevrolet, Heineken e Santander seguem no grid, enquanto Claro e 99Food estreiam na categoria.
De acordo com estimativas do plano comercial, a Globo pode faturar mais de R$ 625 milhões com a retomada da categoria 💰
📡 O que vem na pista em 2026
A transmissão será pensada pra ocupar todos os pontos de contato com o público:
TV Globo com corridas ao vivo e programas especiais
sportv exibindo treinos, classificações, sprints e GPs completos
Digital com transmissões no Globoplay, ge.globo e ativações nas redes sociais
O objetivo é ampliar tempo de exposição, profundidade de conteúdo e engajamento contínuo ao longo da temporada.
🚦 Por que isso importa?
A Fórmula 1 não é só esporte. É narrativa contínua, recorrência semanal e associação direta a performance, inovação e status. Pra marcas, o retorno à Globo representa:
Alcance massivo com contexto premium
Presença integrada em TV aberta e digital
Construção de marca ao longo de toda a temporada
Quando a Fórmula 1 volta à TV aberta com força total, o esporte vira plataforma de marca e o patrocínio deixa de ser exposição pontual pra virar presença constante na rotina do público 🏎️

MARKETING
👀 Continental apaga telão na Times Square e transforma silêncio em mensagem

Em um dos lugares mais barulhentos do planeta, a Continental decidiu fazer exatamente o oposto do esperado: silêncio.
No dia 19 de dezembro, a marca apagou por cinco minutos um dos maiores telões da Times Square, exibindo apenas uma contagem regressiva ⏳
A ação faz parte da campanha “A Vida te Convida, Vá de Continental Pneus” e inaugura um novo movimento da marca pra 2026, com foco em equilíbrio entre vida digital e experiências fora das telas 📲
🧠 A ideia por trás da ação
Pra marca, o carro e a estrada aparecem como facilitadores de algo maior: experiências reais. Viajar, redescobrir a cidade, encontrar pessoas e viver momentos que não cabem em uma tela 📵
A escolha da Times Square não é aleatória.
É justamente o lugar onde todas as marcas brigam por segundos de atenção e onde o vazio se torna impossível de ignorar.
A verdade:
Quando a ausência interrompe o fluxo, a marca não passa despercebida. E quando a marca usa o próprio meio como mensagem, o marketing deixa de ser interrupção vira pausa, convite e reflexão.
MARKETING
🏓 Heineken 0.0 transforma raquete de padel em abridor de lata

A Heineken 0.0 segue expandindo sua atuação no universo do padel ao unir produto, design e comportamento 🏓
Em parceria com a marca espanhola LÕK, a cervejaria lançou uma raquete de padel com abridor de garrafas integrado, conectando o esporte ao momento que acontece depois do jogo: o happy hour🍻
O padel é um dos esportes que mais cresce no mundo e se destaca não só pela dinâmica em quadra, mas pelo momento que vem no pós-partida.
É exatamente nesse território que a Heineken 0.0 se posiciona: incentivar encontros e convivência de forma responsável, sem álcool, mas com o lifestyle já associado à marca.
💡Como o produto foi pensado
A raquete parte do modelo Jungle, da LÕK, desenvolvido pra jogadores de nível intermediário. O diferencial tá no detalhe funcional:
Abridor integrado de forma discreta ao cabo
Nenhum impacto no equilíbrio, desempenho ou ergonomia
Uso esportivo + utilidade fora da quadra
💭 Insight
A raquete com abridor integrado funciona como brand content físico: traduz contexto cultural, hábito social e posicionamento de marca em um único objeto. Aqui, a Heineken 0.0 não interrompe o momento ela faz parte dele.
MARKETING
🍗 Frango mais barato que ovo? Burger King usa humor pra disputar preço e atenção

O Burger King lançou campanha provocando um dos assuntos mais tensos do momento: comida cara. A pergunta "Frango mais barato que ovo?" virou mote pra divulgar oferta agressiva na plataforma King Ofertas e transformar inflação em narrativa publicitária 🔥
A sacada é clássica do BK: pegar comparação absurda, jogar humor em cima e fazer todo mundo comentar. O exagero não é o ponto final, é o gatilho pra reforçar valor num momento em que todo mundo tá contando centavo no mercado 💸
🎯 O que tá por trás da campanha:
Resposta rápida a um assunto que já tá na boca do povo
Reforço de preço baixo como diferencial competitivo
Direcionamento claro de tráfego pra plataforma própria de ofertas
A mecânica é simples e direta: o consumidor entende a piada, entende o benefício e sabe exatamente onde comprar. Humor trabalhando como atalho cognitivo pra justificar a oferta e acelerar a decisão de compra.
No fim, o BK mostra que relevância nasce de ler o contexto antes de empurrar produto. Não é só frango barato, é timing, linguagem e plataforma trabalhando juntas pra transformar meme em venda 🍗

PARA REFLETIR
Nesta semana vimos a Cimed entrar nos suplementos e disputar território onde saúde virou lifestyle, a Disney abrir seus personagens pra IA e provar que relevância vem de circulação cultural, e a Continental apagar um telão na Times Square pra transformar silêncio em mensagem.
São movimentos diferentes, mas que têm um ponto em comum: entender o contexto antes de empurrar o produto.
A Cimed não tá só vendendo suplemento, tá construindo ecossistema de bem-estar. A Disney não tá perdendo controle, tá ampliando a vida útil das suas narrativas. A Continental não tá fazendo barulho, tá criando pausa num lugar onde todo mundo grita.
O recado é claro: marcas que vencem não são as que falam mais alto. São as que sabem ler o momento, ajustar a linguagem e transformar contexto em conexão.
No fim, inovação não vive em slides de pitch. Vive na coragem de fazer diferente quando é mais fácil copiar o que todo mundo já faz 🚀
A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. A tática sem estratégia é o barulho antes da derrota.

👋 Até a próxima quarta, às 09:09h
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